Segundo relatos preliminares sem confirmação oficial, a Índia teria isentado do pagamento de tarifas as importações destinadas ao setor nuclear, com efeito retroativo. A medida visa reduzir custos e incentivar a geração de energia atômica. Por outro lado, o Cazaquistão teria estabelecido uma proibição geral de importação de trigo, permitindo exceções apenas a moinhos, elevadores de grãos e empresas avícolas constantes de listas aprovadas pelo governo, e com a condição de que o transporte seja realizado por ferrovia.
A Índia planeja expandir sua capacidade nuclear e depende de insumos importados; uma isenção retroativa beneficiaria operações já realizadas. O Cazaquistão, sendo um exportador líquido de trigo, busca proteger seu mercado interno diante de possíveis desabastecimentos ou pressões inflacionárias, restringindo as importações concorrentes.
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